Pochete: você ainda vai incluí-la (novamente) no seu guarda-roupa

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Não, você não leu errado e eu não estou ficando louca. A pochete voltou, e voltou com tudo!

Sinônimo de cafonice outrora, as “belt curses” ou “waist bags” voltaram repaginadas  e já foram vistas recentemente em desfiles de coleções de grandes marcas, como Kenzo, Elie Saab, Marc by Marc Jacobs e sim, a Chanel.

Elie Saab

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Esse acessório teve sua origem na França, quando a então Maison Pourchet (tradicional fábrica de bolsas), passou a confeccioná-la. Pochete nada mais é que uma variação de Pourchet, marca onde foi criada. Hit dos anos 80 e 90, podia ser vista em diversas cores e estilos. E como sabemos que a moda é cíclica, o ultrapassado de hoje pode ser trend amanhã, a pochete voltou mais moderna, com diferentes tecidos, modelagens, e que vai atender os mais diferentes gostos.

-Pochete lagosta

-Pochete palha

-Pochete barco

 

-Pochete cinto

-Pochete neon Melissa

-Pochete couro

De couro, divertida, pequena, ou bem chamativa. Práticas e funcionais, cabem o essencial e você fica com as mãos livres e sem preocupação.

Fofoca curiosa: estava eu na fila da Renner dias atrás, e avistando uma pochete em uma prateleira, uma desconhecida fala pra amiga: “ai, que fofa. deve ser ótima pra ter uma dessas no Carnaval, bem prática”. A outra desconhecida em questão respondeu: “ah não, pochete não dá né”. Essa, que vestia uma pantacourt, body canelado de golinha alta e oxford flatform metalizado. Qué dizê… Me restou apenas rir.

The pochete is back, baby!!

XXXO, Sam.

 

 

 

 

 

 

 

Girl Power!!!

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Com o atual estado do mundo e da política dos EUA, nunca houve um momento melhor para um filme histórico sobre o empoderamento feminino e racial e igualdade de direitos.

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“Estrelas além do tempo” é um filme baseado no livro de Margot Lee Shetterly (Hidden Figures – The American Dream and the Untold Story of the Black Women Mathematicians Who Helped Win the Space Race) e conta a história real de mulheres negras que trabalhavam na NASA fornecendo dados matemáticos essenciais que ajudaram com a missão espacial Project Mercury, do astronauta John Glenn, na década de 1960.

Taraji P. Henson (OMG! what an actress!) interpreta Katherine Goble Johnson, uma genial matemática e mãe de 3 filhas, que trabalha na segregada Divisão de Computadores da Área Oeste com suas colegas do Langley Research Center, em Hampton, Virgínia. E como “computador humano”, tornou-se a primeira mulher afro-americana na equipe da NASA (you go girl!)  a tentar elaborar as equações matemáticas e trajetórias para ajudar os norte-americanos a bater os russos na corrida espacial, enquanto lutava contra o preconceito e o sexismo de seus colegas de trabalho. O filme ainda foca nas histórias de Dorothy Vaughan ( Octavia Spencer, sempre incrível), uma supervisora informal da segregada divisão de computadores e Mary Jackson (Janelle Monáe, porque não basta ser plena como cantora, tem de ser como atriz também né, mores rs), engenheira aspirante.

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E por se tratar de um filme que se passa na década de 1960, o figurino não poderia ser menos do que lindo. A figurinista Renee Ehrlich Kalmus fez um trabalho de recriação de época admirável ao mesmo tempo em que estabelece um contraste eficaz entre as protagonistas com os demais personagens. Enquanto Katherine, Dorothy e Mary fazem uso de maquiagem mais viva, como batons em vermelho e magenta, e de peças de cores mais vibrantes e de maior riqueza de tecido, os demais vestem tons mais terrosos, sóbrios e de modelagem tradicional.

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Hidden Figures Day 41

O filme dirigido por Theodore Melfi e roteirizado por Allison Schroeder mantém o equilíbrio ao contar a história das 3 protagonistas principalmente por não as vitimizar. Ao contrário, mostra mulheres fortes, de personalidade, que tem nos obstáculos da vida mais força para ir em frente, lutar e vencer, principalmente demonstradas nas sensíveis atuações das personagens de Taraji e Janelle, que exibem em pequenos gestos e olhares, uma infinidade de sentimentos complexos e doloridos.

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O filme mais empoderador da temporada e que vale o ingresso.

XXXO, Sam.